| titulo | Hasta la Muerte, CHIYO – ETERNO, |
| referência | 06-30 |
| ano | 2006 |
| tema | Cultura, Flor |
| dimensões | 147x143x148 cm |
| materiais |
cálcarios, aços |
”Deica á Morte” / “Hasta la Muerte” / “Até à Morte”
Perde muito quem não vê a outra face das coisas
Provérbio chinês
A sabedoria morrerá às mãos de si mesma ou da sua falta… sobretudo, da sua falta. É o entendimento – como consciência do Ser e do seu acanhamento – que nos diz isto. Só que o entendimento é poético, é sumamente individual, logo condenado a não se expandir por si, a restringir-se ao sujeito.
Da floração à morte e seu retorno, um ciclo condicionado pelo mineral que também somos e, infindo, cremos nós, na nossa exígua participação no cosmos.
Nas seis caixas-flores (não é o sete a perfeição? então a lição é clara!), o passante rodando verá morrer e renascer, definhantes e pletóricas, sem axiologias, linear na sua redutora e contundente afirmação da maior verdade que conhecemos e entendemos, a vida… a morte.
JPS





